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 Episódio 32 | O Fuuin que Liberta

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MensagemAssunto: Episódio 32 | O Fuuin que Liberta   Sex 10 Jun 2016, 21:34


Abertura




[17:53] Ano 01 - Mês 01 - Dia 12 | Konoha. Anbu

Aruka havia chegado de viagem e encontrado Konoha em um estado inimaginável. O Sandaime havia morrido. Todos estavam em luto, ou quase todos. Ainda havia aqueles que se moviam pelas sombras para conseguir o posto de maior ninja da Vila Oculta da Folha. Sim, Jouichirou foi acusado de ser autor do atentado contra o Hokage, e fugiu por conta disso, mas poucos detalhes sobre o ocorrido eram passados para os demais ninjas, e menos ainda para a população civil. No fim das contas, uma grande sombra pairava sobre a vila.

A kunoichi tinha pouco tempo como membro efetivo da Anbu, e mal esperava acabar envolvida e todos os fatos que ocorriam. Mas enganou-se. Não há como um ninja de Konoha não ficar envolvido pela vila, seja pela sua luz, ou pela sua sombra. E lá estava ela, numa situação incomum, em uma sala restrita na sede da Anbu, somente usada para interrogatórios. À sua frente, um colega da organização, com qual havia feito sua primeira missão como Anbu: codinome Gin. O jounin a havia requisitado pessoalmente, através de um contato mental no qual ele era expert. Na ocasião, há somente duas horas atrás, não informou qual era o motivo da convocatória, e Aruka imaginava se tratar de somente uma nova missão, mas logo notaria que não se tratava de um chamado oficial.

— Que bom que pôde vir, Aruka. — principiou então a conversa. — Tenho uma missão especial para você... Algo que, atualmente, é a única que pode fazer. Ou pelo menos a única em que posso depositar um mínimo de confiança. Diz respeito a nosso antigo e verdadeiro líder: Jouichirou-sama.

Aruka era o seu code nome, por vezes esquecia seu verdadeiro nome, pois havia usado sempre o nome Aruka desde que fora morar para o completo dos Anbus quando seus pais morreram, a garota estava sentada calmamente, sempre com sua mascara no rosto, desde os seus 10 anos de idade que sempre mantinha a mascara, boatos diziam que a mesma tinha seu rosto queimado e por estar desfigurada usava uma mascara, e por isso treinada para ser uma anbu, podendo assim fazer suas missoes livremente sem ter que se preocupar com o rosto... desde que chegara a konoha, tinha se deparado com o caos total... tinha uma divida para com o Hokage-sama que havia salvado sua vida quando tinha apenas 10 anos de idade e por isso seu bom humor andava muito inconstante... por um lado a culpa de não ter estado presente e a outra por seu antigo lider ter sido acusado de traiçao, coisa que sabia muito bem ser mentira visto o conheçer a anos... mesmo sem ele saber sobre ela! — Então voce tambem acha que o Jouichirou-sama não é o culpado pela morte do Hokage-sama? KKKKKKKKKKKKK e como voce pode ter tanta certeza disso? Me diga o que voce pensa sobre isso, e que missão voce deseja que eu faça... e para estarmos aqui só os dois, imagino que o novo lider não saiba... — Aruka se levanta e se encosta na parede... e observava os movimentos do anbu... por mais que ele tivesse falando aquilo tudo... não confiava em ninguem de momento... ainda mais porque o Traidor ainda podia muito bem estar dentro da vila... poderia ser qualquer pessoa...

— É natural que desconfie um tanto de mim, Aruka. Em seu lugar, faria o mesmo. — passou a responder, em tom baixo e calmo. — Eu, assim como a maioria esmagadora dos que vivem em Konoha, não sei qualquer detalhe sobre o que está acontecendo. Em verdade, até sei que foram apresentadas supostas provas contra Jouichirou perante o Conselho, mas desconfio de todas, sem nem precisar vê-las. Confio cegamente em Jouichirou. Ele é o homem mais honrado de Konoha, depois do nosso falecido Sandaime... — Gin fez uma pausa, dando dois passos na direção de Aruka antes de voltar a falar. — E sim, é claro que Masayoshi não saiba. Só de meramente cogitar o que pretendo fazer, já estou me colocando em risco, e entendo se não quiser fazer o mesmo. Mas, como falei, não tenho outra pessoa... Sobre a missão, é algo único, porém de alguma dificuldade: preciso que ajude na fuga de Ryu. Precisamos dele... ou melhor. Jouichirou-sama precisa, afinal era seu braço direito. Somente você poderá ajudá-lo, pois conhece fuuinjutsu, e a prisão dele está repleta de selamentos. O que me diz? — Aruka não precisou se esforçar para lembrar. O codinome Ryu era um dos mais conhecidos na Anbu, realmente identificado como o braço direito de Jouichirou, e que foi preso no fim da revolta da Anbu dias atrás.

Aruka parecia pensar um pouco sobre toda a situaçao... seu desejo era puder ajudar a descobrir o traidor, e levar o Ryu para fora de konoha implicava a jovem sair de konoha... e voltar estaria fora de questão iria se tornar uma nunkennin pois poderiam suspeitar da mesma devido ela saber sobre selamentos... quando o mesmo se aproximava a jovem levantava a cabeça e olhava para o anbu... então se desencostava da parede e falava — Voce tá me pedindo para virar uma nukenin ao aceitar a sua proposta... então... — Aruka fazia uma pausa de proposito porque era engraçado fazer o anbu sofrer... — Claro que vou aceitar... konoha está levemente entediada e tenho algumas perguntas para fazer ao Jouincchiru.... então irei levar Ryu para fora de konoha.

Gin não conseguiu conter a surpresa na resposta, que de início parecia totalmente ser levada a uma negativa. Embora tivesse começado a conversa em tom sério e tenso, deixou escapar um suspiro de alívio pela quebra do clima. — Fico feliz que tenha aceito. — o ninja retirou um papel dobrado do bolso de seu colete Anbu e entregou a Aruka. — Aqui tem o esquema de vigilância. O melhor horário para se fazer isso é na troca de de turno das 2 horas da madrugada, quando ninjas de nível mais baixo substituem os vigias temporariamente. Preciso adverti-la que não será fácil. O risco de morte é alto. Mas, seja o que for, foque sempre em libertar Ryu. Se conseguir, ele dará um jeito de tirar vocês dois de lá com vida, não importa a situação. — e fazendo mais uma pausa, respirou fundo antes de concluir seu diálogo. — Boa sorte, Aruka. Tenha certeza que se for bem-sucedida poderá mudar o rumo das coisas, para melhor.

— Voce acha que eu iria aceitar, se acha-se que nao valia a pena? eu hein.... relaxa querido, ele ficará bem entregue! — Aruka dava um sorriso, que não era visto por causa da mascara, mas seu sorriso em breve se apagava quando começava a entender a situaçao em si "é... vamos ver se eu vou conseguir... mas ele merece que eu faça isto por ele" A garota pegava o papel e começava lendo, e logo percebe a intensidade do problema, o braço direito do traidor deveria estar bem guardado... iria ser uma missão tudo ou nada, ou morria ou iria ser bem sucedida — Pode deixar, parece algo bem facil né.....


Última edição por Fësant em Qua 26 Out 2016, 13:54, editado 4 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Episódio 32 | O Fuuin que Liberta   Sex 10 Jun 2016, 22:19

[01:55] Ano 01 - Mês 01 - Dia 12 | Konoha. Anbu

Aruka se dirigiu à Prisão Especial de Ninjas de Konoha, ao subsolo, às 01:55h da madrugada. Revisou mentalmente a escala de vigia e como iria agir conforme fosse avançando. Não poderia haver falhas. A ala onde Ryu era mantido preso possuía três salas, sendo duas existentes somente para reforçar a segurança. Ou seja, a kunoichi precisaria passar por três níveis diferentes de segurança até alcançar seu alvo. A cada nível provavelmente haveria dois ninjas estariam guardando a porta de entrada. Com o plano revisado, pontualmente às 02:00h, iniciou a missão.

A Anbu andou sorrateiramente pelo corredor, mantendo-se quase que colada à parede, controlando os sons dos passos e da respiração. Ao chegar no final dele, olhou com cuidado pela quina, para a direita, avistando a porta a cinco metros de distância, bem como os dois ninjas que estavam em sua guarda.

Aruka então se aproximava calmamente da primeira porta... se esconder era algo que precisava de tempo, e infelizmente não tinha algo como isso.... então após preparar dois selos e colocar presas nas mãos onde nao desse para ver, entrava calmamente dentro da sala — Houve movimentos em konoha, e me pediram para ver se o traidor estava ainda preso.... o que aconteceu dentro da sala? Estiveram lutando... o que faz esses vasos quebrados? — Aruka sabia que se ela fosse superior, talvez os mesmos não tivessem tempo de agir... assim que visse eles se virarem para ver os "vasos" que na verdade fora uma tactica bem infantil, ajeitava os selos nas mãos e colocava eles nas costas dos ninjas — Então o Traidor encontra-se preso ainda?
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MensagemAssunto: Re: Episódio 32 | O Fuuin que Liberta   Sex 10 Jun 2016, 22:24

Os ninjas estranharam a aproximação da ninja mascarada, e por ação natural, viraram-se para ver e talvez entender sobre o que a Anbu estava falando. No então, fizeram exatamente o que a mesma planeja, e somente sentiram seus corpos serem forçados a um sono instantâneo e sem aparente explicação. Irremediavelmente, caíram ao chão, desmaiados. O caminho agora estava livre para Aruka seguir até a porta e então se dirigir até a próxima seção de segurança.

Seguindo adiante, a kunoichi prosseguiu sua movimentação sorrateira, correndo pelo corredor que se abriu quando passou pela porta até chegar ao seu fim, uma esquina que virava à esquerda, dando visão à nova porta guardada. Entretanto, diferente do que estava previsto, três ninjas se encontravam ali, sendo dois deles ao lado da porta e o terceiro de frente para o da esquerda, conversando com o mesmo. Ao que parecia, era somente um amigo que havia ido ali para dar um recado, e consequentemente complicar os planos da kunoichi.

Aruka amaldiçoava os 3, por estarem a complicar seu plano, mas logo ficava pensativa... era suposto estarem 2 ninjas, logo dá um longo suspiro colocando dois selos novamente escondidos na manga... nunca havia usado tanto sua habilidade como naquele dia... mas precisava ser rápido... e uma luta poderia significar fazer barulho e isso iria atrair outras pessoas...Logo começo andando caminhando para perto dos ninjas... era ridículo colocar ninjas de baixo escalão cuidando de alguém tão poderoso quanto aquele ninja.. A garota se direcionava para o ninja que parecia não estar de guarda, e colocava uma mão em cima das suas costas com o selo — E pensar que vocês estão guardando um ninja de alto escalão, ficando aqui na conversa.... Quem é vosso superior? Irei reportar esta insubordinação!

Os ninjas de guarda se assustaram com a aparição de Aruka, e o susto foi ainda maior quando viram o terceiro homem que somente conversava despencar ao chão, em sono profundo. De imediato, os dois ninjas sacaram kunais, aprontando-se para o combate eminente. — Hiroshi?! Ela derrubou Hiroshi! É uma Anbu! Veio libertar o colega, traidor e aliado de Jouichirou! Você não vai passar daqui! — Disse um deles.

— Só porque eu não queria lutar... vocês fazem isso... iriam ficar a dormir como todos, e acordar ilesos.... Que pena.... — Aruka então tirava 4 kunais, e jogava duas em cada 1 deles, a garota tentava acertar as mãos para evitar do mesmo puderem contra-atacar, e já se movimentava rapidamente para trás dos dois

As kunais acertaram os alvos de forma certeira, ferindo suas mãos com precisão invejável. Os dois ninjas caíram ao chão, sem reação, sendo nocauteados por trás pela Anbu logo depois que a mesma se dirigiu às suas costas e encontrou uma brecha para golpear suas nucas. O caminho estava livre novamente, e a prisão de Ryu estaria logo adiante.

Aruka passou pela porta, seguindo o movimento sorrateiro até finalmente alcançar uma pequena sala, onde somente cabia um lugar para as necessidades fisiológicas e uma espécie de cama baixa de concreto, sem nenhum colchão. Sentado no meio, havia um ninja, o preso que a ninja necessitaria libertar.

Apesar da aparência maltratada, era fácil notar que estava aos meados dos 20 anos. Era magro, e ainda trajava suas roubas de Anbu, embora sem a característica máscara branca da organização. Apesar disso, não era possível ver seu rosto por completo, pois possuía um tecido de malha preta cobrindo metade do mesmo, do nariz par baixo. Os cabelos negros e curtos tinham o aspecto sujo e despenteados. Por fim, não era possível ver a cor de seus olhos, pois um papel de selamento estava cobrindo os mesmos, havendo fuuins semelhantes em ambas as mãos, que estavam unidas por algemas.

— Nossa que condições horríveis, que espelunca... hey você tá acordado? — Aruka enquanto falava, ia observando os selos para ver se conseguia desativar os selos... olhava atentamente em volta para ver se ninguém iria aparecer por ali... ou algo do gênero...

— Uma mulher? Não conheço essa voz... — respondeu o homem, com a voz rouca de puro cansaço. — Quem é você? Uma nova vigia? Veio se vangloriar de ter um Anbu aos seus pés? Fique à vontade. Meu orgulho é inabalável. — Estando vendado, o ninja não tinha como sequer supor o que estava acontecendo. Enquanto isso, Aruka avaliava os três selos que o incapacitavam. Eram bem elaborados, mas eram conhecidos pela kunoichi. Quebrar os fuuins era possível, e então Aruka viu seu verdadeiro valor naquela missão.

— Kkkk eu vim te tirar daqui, agora fique calado, vai precisar de força para sairmos daqui com vida!!! — Aruka então iniciava calmamente a anulação dos Selos... enquanto ficava alerta caso alguém surgisse por ali "Agora entendo .... usaram selos que eu conheço... aquele cara... conhece bem minhas habilidades...." Aruka inicia com o selamento em seus olhos, assim seriam outros para poder observar caso viessem inimigos ou algo do gênero

Quebrar os selos dos olhos foi mais difícil do que a Anbu imaginava. Quando passou a realizar os selos de mão e injetar o chakra para cancelá-los, notou que dois fuuins haviam sido utilizados de forma sobreposta, para dificultar que fossem quebrados. Mas no fim, dois minutos depois, conseguiu o intento. Retirou o papel que estava sobre os olhos do prisioneiro, e o mesmo abriu os olhos negros, com dificuldade, haja vista que os mesmos pareciam não ver a claridade por algum tempo. — Nossa... Não sabe o quanto sou grato... Hum... nem sei seu nome. — O diálogo não pôde prosseguir. Os dois Anbu foram interrompidos por três ninjas que chegavam correndo pelo corredor, com dois deles empunhando kunais, e o terceiro com uma ninja-to.

— Não os deixem escapar! — bradou o espadachim.

— É, os vigias de verdade apareceram. A troca do plantão ocorreu mais cedo do que você esperava, imagino. — dizia o Anbu, com estranha calma para a desvantajosa situação que se desenhava. — Escute, garota. A entrada da cela é pequena, somente uma pessoa pode passar por vez. Tomarei a frente para tentar impedi-los, enquanto você fique às minhas costas tentando quebrar os outros fuuins... Vai ser difícil fazer isso comigo em movimento... Mas vou confiar que mandaram alguém habilidoso o bastante.

— Certo... de qualquer forma... você parece que resiste bem!!!! então.. Faça de tanque ali na porta.... e deixe que eu trato dos fuuins.. — Disse, enquanto passava a pensar. "Eu sabia que iria morrer na missão... aquele velho... até morte me dá dor de cabeça" Aruka então esperava o jovem anbu conseguir deixar os 3 do lado de fora, enquanto ela iria tentar quebrar os selos que faltava... o que seria bastante perigoso... e bem difícil devido a situação

O embate inevitável começou. Os três ninjas se dispuseram como podiam frente à entrada da cela, enquanto o Anbu prisioneiro seguia para a frente, bloqueando a passagem. Os dois que portavam kunais tentaram atacá-lo corporalmente, e o ninja bloqueou ambos com os punhos, usando o metal das algemas para aparar a lâmina e evitar cortes profundos. Já o terceiro guardou sua espada, realizou selos de mão, e então soprou uma labareda de chamas sobre o prisioneiro. Embora o mesmo resistisse bravamente, não havia como impedir o fogo de atingir Aruka, que estava a um passo atrás. Ela se move no curto espaço da cela, e consegue evitar grandes queimaduras. No entanto, era fato que ataques como esse iriam se repetir nos próximos instantes.

Aruka então tenta se concentrar em retirar o selo das mãos do ninja.... Mesmo que estivesse em uma situação um pouco problemática... concentrava-se ao máximo como nunca antes havia feito para conseguir fazer a anulação dos selos o mais depressa possível... — Podiam ao menos esperar, eu terminar isto. Mas não.... Vêm para cima com tudo me deixando nervosa — Reclamava a garota, para assim deixar sua mente aliviada e puder se concentrar nos selos apenas

Era difícil, mas Aruka pouco a pouco superava a dificuldade de realizar uma quebra de fuuin em condições tão adversas. Enquanto isso, via o Anbu prisioneiro suportar um ataque atrás do outro, e ela própria sofrer com várias técnicas katon lançadas sobre a dupla, uma após a outra. Após um minuto de insistência e concentração, conseguiu remover o selo do braço direito do prisioneiro. Este, por sua vez, estava extremamente ofegante, devido ao esforço em combate para o qual mal tinha condições físicas para travar. As queimaduras lhe ardiam a pele, que acumulava também cortes e sangue. E como se a situação não pudesse se tornar pior, a kunoichi ainda viu mais dois ninjas chegarem, juntando-se aos outros três.

Aruka então cuspia um pouco de sangue sentindo o gosto do sangue, mas não podia desistir agora, então se concentrava para remover por fim o ultimo selo... mesmo que morresse sua missão era libertar aquele ninja, apenas esperava que o mesmo conseguisse fugir após estar libertado

O combate se configurava da forma mais desvantajosa e perigosa possível. Pelos próximos instantes, Aruka não poderia errar. Isso custaria sua vida e a do Anbu prisioneiro, que se usava de escudo humano, sendo praticamente a única coisa que poderia fazer. A kunoichi viu o inimigo do outro lado começar a realizar selos de mão novamente. O via em câmera lenta, como se aquele fosse o último instante que seus olhos veriam. Paralelamente, forçou todo o seu chakra de vez sobre o corpo do seu aliado, rezando para que o fuuin em sua mão esquerda se desfizesse de uma vez. O inimigo inspirou fortemente, anunciando a reexecução de sua técnica Katon. E quando moveu seu corpo para frente, prestes a inspirar, o fuuin foi quebrado. O Anbu virou-se agilmente, abraçando a ninja contra si. Ela via as chamas sendo projetadas, lançadas contra os dois. Quase sentiu o fogo lhe consumir o corpo. Mas, de repente, todo o cenário havia mudado. Não estavam mais na cela. Ao seu redor, se encontrava um lugar mal iluminado e empoeirado, que parecia ser uma casa.

O Anbu finalmente a soltou, deixando-se cair de costas no chão sujo. Respirava com grande dificuldade, estando nitidamente exausto. Aos poucos, Aruka ia se acostumando à falta de luz, passando a reconhecer o lugar como definitivamente uma casa, que há não era visitada por algum tempo. De alguma forma, os dois foram levados para ali, instantaneamente, no último segundo antes de serem consumidos pela técnica Katon.

— Obrigado... — disse o Anbu, que parecia ter recuperado parte do fôlego. — Como já deve saber, sou Ryu... Bem. Sem máscara, usar o codinome é algo desnecessário. Prazer, sou Raiyate Ichiro.

Aruka olhava em volta... não sabia bem como havia saido de lá, mas tento me levantar calmamente, embora sentisse todo meu corpo queimado pelo katon .... — Não precisa agradecer, eu estou fazendo isto pelo velhote... você parece estar bem, então minha missão está completa... ou quase... preciso te levar até o líder! Acha que consegue andar até lá? ou precisa descansar? porque a esta hora toda konoha deve estar atrás de nós hahahahahah — A jovem olhava em volta, vendo se reconhecia onde estava... — Ah, lamento... eu prefiro ficar com o nome Aruka mesmo... há muitos anos que não uso meu nome próprio... não me leve a mal....

Ichiro somente sorriu, e ficou alguns minutos deitado ali. Estava cansado, ferido, mas livre.
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MensagemAssunto: Re: Episódio 32 | O Fuuin que Liberta   Sex 10 Jun 2016, 22:51


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MensagemAssunto: Re: Episódio 32 | O Fuuin que Liberta   

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